Este é o seu primeiro post.
A minha intenção ao criar esse site é simplesmente poder desatravancar alguns pensamentos recorrentes que ficam na minha cabeça e que eu sempre cogito escrever, mas nunca lembro ou crio o saco para efetivamente fazê-lo. Acho que é um exercício saudável para todos, pois acredito no poder que há em você verbalizar o que você tá pensando, sentindo, nem que seja para simplesmente organizar as idéias que você tem na cabeça, ou simplesmente para se livrar do fardo que é uma ideia fixa. Eu acredito que eu não vá mostrar esse blog para ninguém, mas de todo modo, que sirva de diário ideológico, enquanto útil.
O assunto mais recorrente provavelmente será o amor. O amor?? Que negócio bobo.
Sim, o amor.
Veja bem, eu sou homem e esse assunto é um tabu gigantesco entre nós.
É impossível algum homem falar abertamente de amor, a não ser que seja um poeta, mas esses caras só existem quando morrem, não é mesmo? Pode ser que se fale nele quando se namora também, aí é mais fácil. Ainda sim, é um constrangimento ridículo tocar nesse assunto, por quê muitas vezes não é másculo o suficiente demonstrar o amor (em todas as suas formas), então nos atemos a demonstrações superficiais (poderosas) de afeto entre nós, mas que resvalam na verdadeira profundidade do sentimento ante outros.
Se fala de amor também com a família, claro. Eu amo minha família cara, não sou nada sem ela.
Tá, beleza, então vamos esclarecer que o amor ao que me refiro não é um amor óbvio. Esse só os perturbados de alma não conseguem demonstrar. Afinal, todos vamos confirmar nosso amor pela família, amigos e paixões. O amor ao qual farei referência vai ser um amor mais sutil, mais profundo, mais autodirecionado, talvez. De toda forma, acho que vai ficar mais claro à medida em que os meus pensamentos forem se aglomerando nessa tela, espero . (talvez até pra mim mesmo)
Além disso, discussões comportamentais provavelmente terão lugar aqui também. Eu não sou nenhum filósofo – pelo menos não me considero como tal – e, portanto, as palavras aqui expostas provavelmente serão apenas pensamentos simples, imediatos, visões a cerca de um acontecimento, que me ocorreram em dado instante e que eu achei que valia a pena discorrer sobre.
Espero ter a coragem e a liberdade de poder expor quaisquer outros assuntos que eu considerar pertinentes, mas desde já peço desculpas pela minha loucura. Ou melhor, não peço não. Você que se vire pra pensar o que quiser com o que está escrito, esse sou eu, fazer o quê? Foi mal.
Eu não sou poeta, não sou filósofo, porra eu não sou ninguém. Eu sou apenas um grão de poeira nessa infinitude de espaço ao meu redor.
Obrigado por sua atenção.